Não, eu não te julgo.
Se a sua preferência é
manter-se na superficialidade, que seja.
Eu não.
Eu prefiro a intensidade, o
profundo.
Eu quero saltos que me façam
perder o fôlego.
Eu quero os tons mais agudos
e as cores mais vibrantes.
Porque não nasci para
normalidade.
Eu vim para o novo, o
instigante, o impacto.
Não é uma regra, é um risco.
Quem se lança sabe que pode
doer.
Mas quem se lança sabe também
que ser feliz é muito mais significante.
Eu gosto do muito.
Tudo que é exagerado me seduz.
Grandes sorrisos, olhares
profundos, grandes desafios.
Não paro frente a grandes
dores.
Não estremeço diante dos
grandes medos.
Apenas respiro, e quando o
digo, me refiro a maneira mais profunda de se respirar.
Eu não levanto, eu salto.
Eu não rio, eu gargalho.
Eu não quebro, eu despedaço.
Eu não sou comum, eu sou diferente.
Não tem nada a ver com inconsequência.
Tem a ver com liberdade.
Não é um jeito irresponsável
de ser.
É um jeito novo de
experimentar.
E por ser assim sou capaz de
ser interessante.
E por querer tudo, não tenho
medo da luta.
E por ir atrás do que quero,
mais hora menos hora serei completo.
E completo serei simplesmente
feliz.

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