Se alguém me perguntasse hoje que conselho eu daria sobre a felicidade eu certamente diria:
Não há felicidade maior do que fazer o outro feliz.
Se eu pudesse realmente dar uma dica, ela seria:
Faça que quem você ama, seja seu amor ou amigo, saiba que o que você sente.
Faça com que esse alguém sinta-se pelo menos um dia como prioridade na sua vida.
Cometa uma loucura por ele, importe-se.
Elogie sempre. Elogios são carinhos feitos à alma.
Diga: você se saiu bem, estou feliz quando você está por perto, gosto do seu jeito de lidar com isso.
Olhe nos olhos e faça com que o olhar seja compreendido como um: Eu estou aqui... e não pretendo ir a lugar nenhum, só permanecer aqui com você.
A pior solidão é a que se sente em meio a milhares de pessoas.
As piores dúvidas são as que causam incerteza no sentimento que se recebe.
As piores horas são as da noite em claro, que não passam.
Se eu pudesse dar um conselho não teria nada a ver com árvores, livros e filhos.
Teria a ver com amor manifestado, com abraço apertado e com sentimento verbalizado.
Seria apenas uma instrução na arte de fazer o outro feliz.
Já que a vida é um ciclo.

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