Um pouco de tudo, sabe?
Medo, arrependimento, vontade de não sei.
É como se eu tivesse a frente mil caminhos e não quisesse tomar nenhum deles.
Quero sentar, no quarto, no escuro, e esperar passar.
Não, não é exagero! É dor!
Dor que dói na alma, que não permite respirar fundo, que tira o sono, a fome, e que descompassa.
Isso, estou em descompasso!
Descompasso de mim mesmo, do que sei que sou, do que deveria ser e do que gostaria de ser.
Emoções bagunçadas, temores potencializados, esperanças embaçadas.
Confusão.
É certo se perder a essa altura da vida?
A ordem correta não é a de que os anos vão passando e a gente vai ficando mais forte?
É complicado, eu sei, mas eu estou recebendo de volta, do universo quem sabe, o que plantei, o que fiz.
Eu fui até lá, coloquei minha cara a tapa, plantei meus sonhos. Eu arrisquei. Arrisquei porque faz parte de mim toda essa intensidade, toda essa dramaticidade.
Não sou ficção cientifica, sou drama.
Não sou substantivo, sou verbo.
Não sou substantivo, sou verbo.
Não sou simples. Sou espetáculo.
Sim, eu fui até lá. Eu arrisquei. Eu fiz valer a máxima de que antes ser infeliz por resultado, do que ser feliz por consequência.

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